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3 de julho de 2014

Vené quebra o silêncio, fala das mágoas e lamenta falta de empenho de alguns colegas do PMDB.

Ex-candidato ao Governo da Paraíba, ex-prefeito de Campina, o agora candidato a deputado federal pelo PMDB, Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) quebrou o silêncio, em entrevista exclusiva, nesta quinta-feira (03), admitiu mágoas no processo e criticou a falta de empenho de alguns colegas do partido.
“Eu estou bem, estou bem resolvido, não vou dizer que não senti com muita dificuldade os últimos acontecimentos, tive que escrever aquela resumida carta pontuando algumas das minhas razões que me levou a desistir, a mágoa existe, mas isso também passa”, desabafou.

Veneziano disse que sempre analisou e ainda analisa o PMDB como alternativa contra as candidaturas do PSDB e do PSB, no entanto lamentou a falta de empenho de alguns colegas no decorrer dos encontros.

“Faltou-nos algumas participações, faltou-nos alguns companheiros que poderiam ter dado voto de confiança no projeto”, alfinetou sem citar nomes.

O cabeludo também revelou que na convenção do PMDB, o momento era de unificar o partido e da harmonia as relações.

TRISTEZA

O peemedebista não escondeu a tristeza diante dos últimos acontecimentos envolvendo seu futuro e o futuro do partido e disse que não tinha como esconder a mágoa.

“Não posso esconder a minha decepção com alguns fatos que aconteceram durante os 14 meses que fui pré-candidato, fui com a coragem que eu sempre tive e eu sempre disse que essa campanha era mais fácil que a mais dura campanha que enfrentei em 2004, para mim, o ambiente era mais fácil que aquela campanha que participei e que muitos não acreditaram que eu não venceria, mas eu não tenho mais como voltar atrás, não adianta olhar para o retrovisor, se não vamos nos machucar”, desabafou.

Citando um dos trechos de Chico Xavier, Veneziano destacou: “Isso também passa, estou tranquilo, plenamente resignado, qualquer tipo de ressentimento e de não ressentimento, qualquer tipo de tristeza, tudo isso vai passar”, falou.

Chico Xavier, costumava ter em cima de sua cama uma placa escrita: “Isso Também Vai Passar”. Aí perguntaram para ele o porquê disso, então ele respondeu: “Assim como não existe felicidade eterna, não há tristeza que dure para sempre, tudo isso passa”.

Fonte: PB Agora